Boas Práticas no Desenvolvimento com Agentes
Um guia prático para manter fluxos de trabalho eficientes ao integrar LLMs, servindo como base para as heurísticas detalhadas em harness-llm.
No ecossistema de desenvolvimento guiado por Agentes (Inteligências Artificiais Autônomas e Subagentes), algumas práticas são essenciais para garantir um workflow eficiente, seguro e contínuo.
Contexto e Estado
- Documentação Master (CLAUDE.md / DESIGN.md): Agentes são amnésicos por padrão. Todas as regras de negócio, heurísticas de estilo, permissões e processos críticos de um projeto devem estar firmemente ancoradas em arquivos de instrução mestre, preferencialmente usando Markdown.
- Skills (Customizações): Isolar fluxos de trabalho complexos (como compilação, validação de interface, deploys) em Skills dedicadas na pasta
.claude/skills/. OCLAUDE.mdage como o roteador apontando para elas. - Micro-validação: Agentes tendem a falhar ou alucinar silenciosamente. Implemente validação forçada após cada bloco de edição de código (usando Lint, Testes Unitários ou ferramentas de inspeção como Playwright).
Tratamento de Falhas e Cache
O cache do Node.js, npm run dev rodando em background e instâncias fantasma no terminal podem enganar agentes que modificam o ambiente. Agentes confiam muitas vezes no feedback visual. Se um servidor em background não atualizar, o agente pode assumir incorretamente que o código falhou.
Regra: Se o agente modificar bibliotecas fundamentais (como no package.json), ele deve explicitamente reiniciar processos ou pedir para o usuário fazer isso.
Ferramentas de Linha de Comando (CLI)
Agentes dependem de ferramentas CLI que geram saídas parseáveis.
- Ferramentas interativas (
nano,vim, ou prompts que pedem yes/no) devem ser evitadas ou alimentadas via pipes (yes | command). - Use comandos específicos para lint e grep com saída crua, evitando truncamentos em outputs longos.
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